Alguns são ainda os problemas que se podem registrar, a ausência de caixotes do lixo é, a meu ver, a mais preocupante pois é comum ver-se lixo junto à Ribeira de quando a quando. Registo também a morte de algumas das arvores que foram plantadas. O incómodo provocado pelo espaçamento entre as placas vem a ser mitigado pelo crescimento da vegetação, sendo que os baixos níveis de precipitação não tem favorecido esta parte, para além disso com o crescer da vegetação rasteira o percurso encontra-se agora mais enquadrado na paisagem. A existência de pontos de água potável eram também uma mais valia para o percurso.
Mas mais que os problemas as mais valias que existem são variadas, desde a capacidade de atração turística à promoção da pratica de exercício ao ar livre, sendo que, a meu ver, a principal é a sua afirmação como uma via de comunicação alternativa, o Percurso veio de certa forma "aproximar" o centro da Vila em termos pedonais de Vale de Açores, Coval e Barril e são já dezenas de pessoas que fazem este trajeto em detrimento dos passeios confinantes com as faixas rodoviárias que ligam estes aglomerados habitacionais tendo nesta uma alternativa mais segura e mais limpa, não estando sujeitas aos nocivos escapes dos veículos automóveis.
Agora, está na altura de continuar, continuo a defender que uma ciclovia neste mesmo trajeto teria uma papel bastante importante na ligação das povoações e na atratividade turística. Mas mais que isso o importante é estender o percurso, não tem de haver as mesmas placas de cimento, basta um trilho bem tratado e com as necessárias pontes e zonas de descanso. A mesma Ribeira da Fraga estende-se até Vila Moinhos por mais 5 km com um desnível inferior a 50m o mesmo acontece nos cerca de 7 km da Ribeira de Mortágua do Parque Verde até Macieira, não referindo aqui o alargamento até Caparrosinha, já previsto para este ano, bem como a ligação pedonal da Estação de Comboios ao Parque Verde que é desde há muito uma prioridade.
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